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SC – Jovem invade escola armado de facão, mata três crianças, uma professora e um servidora

A professora Keli Adriane Aniecevski, 30 anos, morreu no local, e a auxiliar educativa Mirla Renner, chegou a ser socorrida. Ela havia completado 20 anos em janeiro. Elas estão entre as cinco vítimas do ataque a creche Aquarela, no pequeno município de Saudades, no Oeste de Santa Catarina. Também foi identificado o autor desta barbárie, trata-se de Fabiano Kipper Mai. Ele completou 18 anos há um mês e um dia. Todos são moradores da cidade.

Depois ele deu golpes contra o próprio corpo e foi levado em estado gravíssimo a um hospital da região

A ocorrência chocou a pequena cidade catarinense de 9 mil habitantes

A informação foi confirmada pelos Bombeiros e Secretaria de Saúde. “É uma tragédia”, disse o comandante do 2º BPM de Chapecó. Três crianças, três crianças, uma professora e uma servidora morreram na hora. Uma segunda criança foi levada em estado grave ao hospital. Segundo informações da Polícia Civil, o agressor tem 18 anos. A escola atende alunos do berçário, até três anos.

Não se sabe a motivação do atentado. O suspeito teria sido ferido (não se sabe como) e foi conduzido para Pinhalzinho, a 11 km de Saudades. (Fonte: Clicoeste)

O jovem entrou e e começou a golpear professores e alunos. Uma professora foi socorrida com vida pelos Bombeiros e encaminhada para o hospital em estado grave.

“Chegamos lá, uma cena de terror. Consegui entrar na escola. Tinha um cara deitado no chão, mas ainda vivo, uma professora morta, uma criança morta também. A sala estava fechada, não deixaram a gente entrar,” diz a secretária municipal de Educação, Gisela Hermann.

O jovem é conhecido por todos como uma pessoa “comum”.

“É triste demais vir aqui e falar de um assunto tão inacreditável. São coisas que não acontecem corriqueiramente em cidade pequena como aqui. É desolador. As professoras, merendeiras, toda a equipe está precisando de atendimento. As mães que não conseguem nem ter uma palavra. Eu sei o que é ter um filho numa creche, isso é uma coisa que a gente não espera”, disse a repórter Simone Fernandes, da Rádio Saudades, em entrevista à Rádio Gaúcha. Simone conta que o jovem é conhecido por todos na comunidade como uma pessoa “comum”.

Após o ataque, segundo o delegado Ricardo Nilton Casagrande, o suspeito teria deixado o local caminhando, quando foi abordado por pessoas que estavam próximas a escola.

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