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Retorno às aulas: o governo quer, as prefeituras proíbem

Os prefeitos têm autonomia, mas Estado diz que liberação de eventos é condicionada à autorização das aulas presenciais

Em Santiago é provável que aula alguma recomece antes do fim do ano. Nem nas escolas estaduais, tampouco nas municipais e particulares.

Alguns motoristas do transporte escolar reclamam: “Se na capital há o retorno, se entidades de eventos estão retornando, por que Santiago e região não fazem o mesmo?

Mais de 70% dos prefeitos não querem o retorno

O calendário para a retomada das aulas do Ensino Médio na rede estadual aponta para esta terça (20). No entanto, prefeitos que já haviam restringindo o retorno das atividades presenciais em suas redes municipais, ampliaram a suspensão também para as escolas do Estado. Não há ilegalidade, mas o governo diz que, com as portas das instituições não forem liberadas, as cidades não poderão retomar outras atividades, como eventos.

Uma pesquisa mostra que mais de 70% dos prefeitos são contra o retorno, isso porque dizem ter ouvido os pais e estes (a maioria) também não querem.

Embora Porto Alegre esteja voltando às aulas, cidades próximas, como São Leopoldo, Cachoeirinha e Viamão editaram decretos suspendendo as aulas de todos os níveis até o final do ano. (Zero Hora)

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