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Ministério Público diz que dupla de irmãos Bolsonaro está envolvida em desvios bem graúdos

flavio e carlos

Quando o Ministério Público pediu a quebra de sigilo de dezenas de pessoas que transitaram pelo antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro, quando era deputado estadual, não se imaginava que sairiam informações reveladoras sobre os 30 anos de vida pública da família Bolsonaro. Os promotores identificaram negócios e pagamento das despesas pessoais do senador Flávio em 2 milhões e 700 mil em dinheiro vivo. Valores que foram drenados por assessores sob o comando de Fabrício Queiroz, operador do esquema.

Zero dois na mira
A reportagem da revista ÉPOCA também mostrou que o vereador Carlos Bolsonaro nomeou pessoas que sequer viviam na capital fluminense. A investigação resvalou para o gabinete do irmão mais novo e esquadrinhou um complexo xadrez na movimentação de funcionários em família. Agora, o gabinete de Carlos é outro que está na mira. Ele é suspeito de também ter se beneficiado do esquema da chamada “rachadinha”. O foco em “zero dois” preocupa o clã presidencial.

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