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Preço da carne disparou durante a pandemia

O churrasco ficou até 40% mais caro e não para de subir

Você é daqueles que briga com o açougueiro se o preço está alto? Ele pode não ter culpa. Veja: um levantamento da UFRGS indica que nove dos 10 cortes analisados tiveram alta entre 31 de março e 24 de junho. A pesquisa leva em consideração o valor médio encontrado em açougues, casas de carnes e supermercados.

O gaúcho seguiu fazendo churrasco. Mas houve uma troca de cortes como picanha e entrecot para a costela. Por isso, ela foi a que mais aumentou.

A maior alta foi na costela (40,70%). Esse corte passou a ser uma alternativa para o consumidor de variedades mais caras. A valorização do boi gordo no Estado, no Uruguai e no Brasil central, principais produtores, também contribui para a alta.

Estima-se que os preços tenham atingido o teto, diante do contexto de crise causada pela pandemia. Assim, a expectativa é que haja recuo a partir da segunda quinzena de julho.

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